Vereador Chico de Dulce (Foto - Marcos Lima)

Vereador reclama da demora na instalação de Estaleiro em Lucena

Chico de Dulce diz que tudo não saiu do discurso, do papel e que até agora só se viu publicidade e nada de concretização

Assinatura do protocolo de intenções em 1º outubro passado (Foto – Marcos Lima)

O vereador Chico de Dulce apelou aos colegas vereadores e da própria população de Lucena no sentido de que, todos juntos, cobrem da administração municipal e do Governo do Estado, ações enérgicas para que começem em carater de urgências as instalações do  Estaleiro Brisen Lodna Ehf do Brasil, de sociedade estrangeira, já que vasta publicidade foi feita e passados mais de dois meses, tudo isso não saiu apenas de discurso e do papel.

As declarações do vereador foram feitas durante sessão ordinária da Câmara Municipal, ocorrida na manhã desta sexta-feira, dia 3. De acordo com Chico de Dulce, a população de Lucena aguarda o cumprimento das ações, como foi oficializado no dia 1º de outubro do ano em curso, ocasião em que, no Hotel Costa Brava estiveram assinando protocolo de intenções várias autoridades, com destaque para a representação do Governo, da empresa estrangeira, da prefeitura de Lucena, Poder Legislativo, dentre outros órgãos envolvidos.

O parlamentar disse que a Câmara Municipal deve ficar vigente aos fatos, haja vista que o Poder Legislativo de Lucena aprovou a doação do terreno para que a mesma venha a ser instalada. A mesma deverá ser fixada na Via Local 03 – Loteamento Encontro das Aguas, SN, Lote 0005, Quadra 324, no bairro da Guia.

A futura empresa a ser instalada será a Estaleiro Brisen Lodna Ehf do Brasil, de sociedade estrangeira, que, inicialmente tem projeto para investir na ordem de R$ 11,7 milhões, gerando 150 empregos imediados, dos quais, 75% destinados aos lucenenses. O protocolo de intenções foi assinado no auditório do hotel Costa Brava e, antes do evento, a Câmara Municipal de Lucena havia aprovado por unanimidade a doação de um terreno para que a empresa venha a ser instalada.

Por Marcos Lima