CUBA: O último reduto de resistência na América capitalista

Por Edson Gomes

Os últimos acontecimentos vindo de Cuba apontam para uma das mais frutíferas experiências de resistência ao Capitalismo. Cuba passou pelo processo revolucionário vitorioso no ano de 1959, enfrentando a maior potência econômica da América, os Estados Unidos da América.

A vitória da revolução cubana não agradou ao mundo capitalista, especialmente ao Estado Unidos da América, que e desde então aplicou uma série de medidas para impedir o sucesso da revolução. Essa medida, chamadas bloqueio econômico, levou a ilha a viver em constantes dificuldades, sobretudo a de escassez de produtos básicos de sobrevivência. Embargo econômico consiste na proibição oficial de exportar, importar ou participar de outras atividades econômicas com algum país específico, proibindo que os cidadãos americanos realizem negócios dentro de Cuba ou com o governo cubano.

No último fim de semana os protestos foram realizados em cerca de 60 cidades cubanas e milhares de cidadãos saíram às ruas para protestar contra o governo. A resposta foi imediata e, ao mesmo tempo, outros grupos saíram em defesa ao governo revolucionário cubano.

Para quem assiste de longe, pode-se entender que a situação politica de Cuba será resolvida pelos próprios cidadãos cubanos, que saberão enfrentar mais essa crise incentivada e financiada por aqueles a quem interessam o fim do regime cubano. A saída para Cuba, que referência em saúde e educação (formação médica).

A situação de Cuba no cenário internacional poderá ser mais bem avaliada e terá uma melhora na qualidade de vida dos cidadãos cubanos com o fim do Bloqueio econômico imposto ao País, o que fará circular mercadorias e serviços, aumentando o PIB e uma melhor distribuição de renda.

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EDSON GOMES – Colunista, enfermeiro e policial militar paraibano

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