LARANJAS – Suposta candidata não é localizada e promotora prorroga prazo

A promotora Jovana Tabosa, do Ministério Público da 1ª Zona Eleitoral, prorrogou por mais 60 dias o Procedimento Investigatório Criminal que apura a suposta candidatura “laranja”, praticada pelo Diretório Municipal do Partido Republicanos, de João Pessoa. O prazo havia encerrado nesta segunda-feira, dia 21, depois de dois meses de investigação sem localizar a principal investigada, Marlene Garla, que obteve “zero voto” nas eleições municipais de 2021.

Marlene Garla, candidata a vereador pelo Republicano de João Pessoa, em 2020 não foi localizada no período de dois meses pelo Minsitério Público Eleitoral, prazo determinado pela promotora Jovana Tabosa para conclusão do Procedimento Investigatório Criminal.

Nesta terça-feira, dia 22, a promotora Jovana Tabosa decidiu pela prorrogação do procedimento, depois que o advogado de Marlene Garla informou o verdadeiro endereço da investigada. O MInistério Público Eleitoral da 1ª Zona vai ouvir a ex-candidata e depois do interrogatório, decidirá sobre os próximos passos.

A expectativa é grande sobre a decisão da promotora Jovana Garla. Se ficar comprovado que Marlene Garla foi candidata “laranja” nas eleições de 2020, pode resultar  na cassação do vereador pessoense Postor Zé Luiz. Ele é o único vereador eleito do Republicano.

A denúncia contra Marlene Garla, suposta canregisgrar a chapadidata “laranja”, foi feita pelo Partido Solidariedade. Marlene Garla, que teve “zero voto”, teria beneficiado a eleição do vereador Zé Luiz. Sua candidatura teria sido para completar a quantidade de candidatas do sexto feminino na cota de gênero, já que, de acordo com a legislação eleitoral, é obrigatório o coeficiente de 30% de mulheres para registrar a candidatura da chapa.

Por Marcos Lima

 

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