JOGO TRADICIONAL – Popular e Aprendizagem

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Por Serpa Di Lorenzo

Este acima é o título do livro do jovem e desportista Rodrigo Wanderley de Sousa Cruz, um paraibano que vem diariamente se aperfeiçoando na complexidade da educação física, curso que escolheu, abraçou e vem dedicando os seus estudos, pesquisas e dia-a-dia.

Graduado em Educação Física pela conceituada Universidade Federal da Paraíba e mestre em educação pela mesma instituição, o professor Rodrigo, como é conhecido, vem concluindo o seu doutorado em Educação Física nas respeitadas UPE e UFPB.

Todo esse conhecimento adquirido em sala de aula, bibliotecas, pesquisas, congressos e livros de abalizados mestres, são postos em prática nas salas de aula das escolas públicas de João Pessoa, onde exerce o cargo de professor efetivo de educação física e no campus universitário da Uniesp – PB, onde também leciona e coordena o curso de bacharelado em Educação Física.

Em seu livro Jogo Tradicional – Popular e Aprendizagem, editora Appris, primeira edição, 2020, Curitiba-PR, o professor Rodrigo faz uma ampla abordagem dissecando a importância dos jogos populares na formação do ser humano e a necessidade de sua inclusão nas aulas de educação física. É uma pesquisa e leitura destinada a todos os amantes dos esportes, porém direcionada especificamente aos alunos e professores da educação física.

Rodrigo, o autor do livro

O livro, que não foi lançado oficialmente por causa da pandemia, foi prefaciado pelo Dr. João Francisco Magno Ribas, professor titular do Departamento de Desportos Coletivos da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM. Tivemos o prazer de ser presenteado pelo amigo Rodrigo com um volume de seu livro Jogo Tradicional Popular e Aprendizagem, juntamente com outra sua produção literária denominada de Meu Jogo Poético, este último na seara da poesia.

Feitas essas considerações acadêmicas sobre o professor Rodrigo Wanderley de Souza Cruz, gostaria de aqui enaltecer o berço desportista em que ele teve o prazer de nascer e alimentar-se, pois o mesmo é filho do saudoso advogado Geraldo de Sousa Cruz, um desportista que torcia pelo Botafogo Futebol Clube, na Paraíba, e pelo Clube de Regatas Vasco da Gama, no Rio de Janeiro.

O seu pai, quando ainda jovem, na saudosa década de sessenta, vestiu a camisa alvinegra do juvenil do Botafogo Futebol Clube e do amador do Maguari da Ilha do Bispo jogando de lateral direito ou zagueiro central. Quem o viu dentro das quatro linhas afirma que ele entendia do setor defensivo.

Esse ambiente desportivo familiar criou raízes no professor Rodrigo, que, seguindo os passos e ensinamentos de seu pai, ingressou no infantil do Botafogo Futebol Clube e teve a oportunidade de aprender os fundamentos do futebol através dos treinadores Prince, Roberto Oliveira, Ramiro e Washington Lobo.

Rodrigo também herdou de seu pai o gosto de torcer pelo Botafogo Futebol Clube e pelo Clube de Regatas Vasco da Gama, clubes alvinegros e de raízes populares com farta história de conquistas e sofrimentos.

E foi escutando essas histórias do Botafogo Futebol Clube contadas por seu saudoso pai, que surgiu uma grande curiosidade e pesquisa científica por parte do hoje escritor Rodrigo Wanderley de Sousa Cruz, sobre aquela decisão do campeonato paraibano de 1968, quando o Botafogo conquistou o título de campeão dentro do estádio Presidente Vargas, e que será futuramente contada em mais um livro de sua autoria.

Para nós cronistas e desportistas paraibanos ficou a certeza de que o doutorando Rodrigo Wanderley de Sousa Cruz, o popular professor Rodrigo, vem diuturnamente escrevendo o seu nome na história da Educação Física do nosso estado.

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SERPA DI LORENZO – Colunista, cronista esportivo e delegado da Polícia Civil

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