Sindasp-PB e PGE se reunem para tratar do andamento do subsídio salarial da categoria

A Diretoria do Sindicato dos Agentes e Servidores do Sistema Penitenciário da Paraíba (Sintasp-PB ), tendo à frente o presidente Manuel Leite de Araújo, reunida no gabinete do secretário de Administração Penitenciária, Sérgio Fonseca,, na manhã desta quinta-feira (27) participou de conferência com o procurador geral do Estado, Fábio Andrande, ocasião em que se discutiu a implantação dos subsídios da categoria.

A Procuradoria Geral do Estado é uma integrante da  Comissão de Implantação, designada pelo governador João Azevedo, que faz estudos para a implementação do subsídio salarial das carreiras das Polícias Civil, Militar, Penal e Corpo de Bombeiros. Ainda integram a Comissão as Secretarias da Administração, da Segurança e Defesa Social e da Receita e Fazenda Estadual.

“Foi um primeiro encontro onde pudemos tirar algumas dúvidas e também contribuir com o Governo para a implantação dos subsídios salarial para a Polícia Penal”, afirmou Manuel Leite de Araujo. O Sindasp-PB, por sua vez, já entregou proposta para a implantação de subsídio da categoria, conforme anúncio do governador João Azevedo.

NOVA REUNIÃO

O presidente do Sindasp-PB, Manuel Leite de Araújo solicitou ao secretário de administração penitenciária, Sérgio Fonseca, uma nova reunião, desta vez com a secretária estadual de Administração, Jacqueline Fernandes de Gusmão. Esta nova reunião ainda será agendada e, para o presidente do sindicato, bastante importante.

“O subsídio salarial é um sonho antigo da categoria. Há anos o sindicato vem lutando para a sua implantação, a exemplo do que já existe em várias unidades da federação. O subsídio salarial é uma forma justa de reconhecimento. Sua implantação não será somente para a atividade, bem como a todos que estão na inatividade”, comemorou o presidente Manuel Leite.

O subsídio é uma remuneração única das categorias, importante para o servidor de carreira que recebe remuneração nesta modalidade, assegurando a integralidade da remuneração da ativa, após o ingresso na inatividade (aposentadoria).

Por Marcos Lima

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