Guerra biológica ameaça o planeta

* Carlos Vieira (Jornalista)

Passados mais de um ano da catástrofe virótica que abalou a humanidade, o mundo ainda hoje está de joelhos por causa da pandemia do covid-19, um vírus letal que já matou mais de 3,3 milhões de pessoas e deixou todos os continentes de cabeça para baixo. Foi no dia 31 de dezembro de 2019, que a China alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a possível epidemia, revelando os primeiros sintomas da covid-19.

Até hoje há inúmeras perguntas na cabeça de milhões de pessoas ao redor do planeta: por que a China – país onde nasceu o vírus – anunciou de forma tão abrupta a descoberta do novo coronavírus, levando pânico e terror ao mundo. As dúvidas persistem até agora, porque as explicações das autoridades chineses não convenceram a ninguém.

A tão respeitada Organização Mundial de Saúde (OMS) também caiu de joelhos, e não procedeu até o momento uma investigação rigorosa para descobrir as reais circunstâncias do surgimento desse vírus. Inspetores da organização já estiveram em Wuhan, na China, onde nasceu o coronavírus, mas não mostraram nada de concreto. O governo chinês esconde a realidade sobre o vírus, mas as pessoas desconfiam que ele foi criado em laboratório.

O sistema de saúde mundial mostrou a sua fragilidade para lidar com vírus e a tragédia em todos os países foi inevitável. Medidas restritas de isolamento social foram implantadas em todas as nações e jamais as pessoas enfrentaram um enclausuramento tão duradouro para escapar da morte. O drama continua e ninguém se livrou desse mal terrível.

Apenas um país dispõe de mecanismos capazes para enfrentar a doença em relação aos demais: a China. Muitas nações se tornaram reféns do governo comunista chinês, porque ele tem de tudo que as pessoas infectadas pelo vírus precisam para salvar a vida. Há muita polêmica sobre o fato e desconfiança também.

O país asiático dispõe de tudo para combater a covid-19 e se tornou até hoje o grande exportador do mercado mundial de vendas. São exportados desde máscaras, kits de testes contra doença até respiradores, insumos para vacinas, vacinas, entre outros produtores hospitalares.

De acordo com dados do Ministério do Comércio chinês, o país exportou mais de 220 bilhões só com máscaras faciais no ano passado, o equivalente a cerca de 40 máscaras por habitante do planeta fora da China. Dá para o leitor imaginar o tamanho do faturamento com as exportações pelo governo daquele país durante a pandemia da covid-19. É algo inimaginável.

A pergunta que todos gostariam de fazer: como pode um país ter se preparado tanto para enfrentar essa pandemia com o emprego de tecnologia de ponta, enquanto as demais nações do planeta ficaram a ver navios com o tamanho do desafio. A incógnita sobre o surgimento do vírus é um fato concreto, mas se tiver sido realmente criado em laboratório a guerra biológica está apenas começando e não há prazo para acabar, com ameaça ao planeta.

Apesar de ser um país comunista, vale lembrar que China trava uma luta incansável para dominar a economia mundial e superar os Estados Unidos, que é a maior potência econômica do planeta. Os chineses ocupam a segunda posição, mas a meta é chegar ao pódio em primeiro. Tem muito round pela frente!

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