Saudi Crown Prince Mohammed bin Salman attends the Future Investment Initiative (FII) conference in Riyadh, on October 24, 2017. The Crown Prince pledged a "moderate, open" Saudi Arabia, breaking with ultra-conservative clerics in favour of an image catering to foreign investors and Saudi youth. "We are returning to what we were before -- a country of moderate Islam that is open to all religions and to the world," he said at the economic forum in Riyadh. / AFP PHOTO / FAYEZ NURELDINE

Príncipe saudita mandou matar jornalista Jamal Khashoggi, diz relatório americano

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Os Estados Unidos suspenderam o sigilo de um relatório de inteligência que revela que o príncipe-herdeiro da Arábia Saudita, Mohamed bin Salman, autorizou “capturar ou matar” o jornalista Jamal Khashoggi.

Khashoggi foi morto em outubro de 2018 dentro da embaixada da Arábia Saudita na Turquia, quando entrou no local para buscar uma certidão para poder se casar com sua noiva turca.

Ele foi correspondente do “Washington Post” e era um crítico ferrenho do governo saudita. O caso gerou uma comoção mundial.

O relatório observa: “avaliamos que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Muhammad bin Salman, aprovou uma operação em Istambul, na Turquia, para capturar ou matar o jornalista saudita Jamal Khashoggi.”

O documento também cita a proximidade das pessoas envolvidas no assassinato com o príncipe, e destaca que sete dos membros da equipe de 15 homens acusados faziam parte de um grupo de elite encarregado da segurança privada de bin Salman.

A divulgação do relatório acontece um dia depois de o presidente americano, Joe Biden, conversar por telefone com o pai de bin Salman, o rei Salman.

Fonte: O Antagonista

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